
Ladrão que sou,
ninguém percebe
as asas que escondo,
os sinos que
sonho!(s) esculpidos.
Eu nunca fui desse mundo,
Se respondo ao acaso,
é que perguntei-lhe sobre esse chão de GIZ.
(Salve Zé! Ramalho de versos consumados).
Ramo daquela folha velha.. na beira-mar.
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Gostei dessa letra!
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